Resenha sobre amar!
No dia em que você entrou em minha vida descobri no primeiro olhar que me amava profundamente, com a convivência passei a admirar cada traço seu, inclusive a tal paciência. No decorrer dos acontecimentos descobri que admirar ainda não é amor.
Depois dos prantos em que me encontrava recorrentemente após findar os seus concelhos, percebi que apesar todas as incompatibilidades o teu coração ainda me amava, só ali pude concretizar uma certeza, só amamos depois do perdão.
Você se tornou uma das minhas maiores autoridades afetivas, me expulsando assim de uma zona de conforto alienadora, me fez entender por a+b que não são poucas as vezes que estamos com a boca cheia de mais e de mãos vazias e segurou a minha mão pra que não mais assim fosse.
Hoje perante a indignação da separação, te peço, não desaprenda a esperar as coisas terminarem!
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